Candidatos reagem a notícia de Portugal como a «Economia do Ano» enquanto as sondagens dão André Ventura a frente

Com a greve geral a poucas horas, os candidatos continuam a defender as suas ideias nos debates que apresentam os candidatos para as eleições de Janeiro

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André Ventura durante un evento político en Portugal
En un evento reciente, André Ventura, líder del partido Chega, se pronunció sobre la distinción de Portugal como la economía del año. Durante su intervención, destacó la importancia de que la economía sirva a las personas y no solo a las cifras. Este reconocimiento ha generado diversas reacciones en el ámbito político.

Depois de Espanha, Portugal foi considerada a «Economia do Ano». A economia portuguesa é descrita como «em forte crescimento do PIB, baixa inflação e um mercado de ações em expansão». A poucas horas de uma greve geral (contra a nova Lei Laboral, e que pode levar a que os trabalhadores tenham contrato a prazo toda a vida), que deverá durar dois dias, a economia portuguesa foi considerada a melhor da Europa e para o candidato socialista, António José Seguro, o reconhecimento do The Economist reconhece também o «dínamismo do mercado laboral». A distinção dada pela revista britânica é vista pelo candidato defendido pela AD, Marques Mendes, como uma «notícia excelente».

Sobre a distinção a economia portuguesa, Catarina Martins (do Bloco de Esquerda) rejeita que a economia esteja a viver um período de sucesso enquanto as pessoas que trabalham não conseguem pagar as suas contas. No outro lado do espectro político, Ventura também concordou com o facto de a economia dever estar «ao serviço das pessoas» e não ser um simples exercício de matemática. Vão ser criadas três novas pontes que vão ligar Portugal a Espanha. As futuras pontes vão estar em Caminha, Alcoutim e Termas de Monfortinho.

Durante os debates, tanto Catarina Martins como António José Seguro concordaram que a divulgação de escutas (neste caso envolve António Costa e a operação Influencer) leva a «fragilização» da Justiça. Segundo o barómetro de sondagens, e que indicam as intenções de voto para as presidenciais de 18 de Janeiro de 2026, André Ventura segue na frente e Henrique Gouveia e Melo, visto por muitos como o favorito (e que avisou que existem pressões para que apoiantes retirem o apoio que já deram a sua candidatura), tem estado a cair. André Ventura, do Chega, defende que caso seja eleito presidente vai promover uma revisão constitucional para diminuir o número de deputados a Assembleia da República.

De todos os candidatos, o que mais sobe é João Cotrim Figueiredo, o candidato apoiado pelo IL (Cotrim devem ultrapassar Seguro). Este candidato defende que o cargo de presidente da república deve ser uma «referência optimista, confiante e desafiadora». O IL e o BE criticam os acordos que o governo de Lisboa assinou com o de Maputo. Na Cimeira bilateral, que aconteceu no Porto, foram assinados mais de vinte acordos. É quase certa a possibilidade de haver uma segunda volta para descobrir quem será o próximo ocupante do Palácio de Belém.