Na primeira volta, António José Seguro conseguiu 31,11% dos votos, seguido de André Ventura com 23,52% dos votos. As sondagens dão Seguro em vantagem na corrida de Belém mas mais de um terço dos seus possíveis eleitores apenas querem afastar Ventura da possibilidade de ocupar o carro que será deixado por Marcelo Rebelo de Sousa. António José Seguro concentra a maioria dos votos de quem votou em Gouveia e Melo, Mendes e Cotrim. O ADN é um dos poucos apoios notórios que Ventura já recebeu.
Estabilidade e responsabilidade são palavras associadas a um voto que é descrito como útil. O debate entre António José Seguro e André Ventura foi o mais visto de todos os confrontos, já que teve uma audiência de 3,9 milhões de pessoas. Este debate foi emitido em simultâneo nos três canais em sinal aberto que emitem em Portugal. O debate teve uma duração de 70 minutos.
Este debate foi uma espécie de remake do primeiro mas com mais elevação. Saúde, imigração ou os poderes de um presidente foram alguns dos temas abordados. Seguro voltou a afirmar que caso seja eleito, a 8 de Fevereiro, «será o presidente de todos os portugueses». Também disse que o líder do Chega faz «política de empadão», já que mistura todos os temas, e que está na eleição errada pois todos sabem que Ventura quer o poder que o cargo de primeiro-ministro oferece.
Neste debate, Seguro tentou se apresentar como o único candidato capaz de ser presidente e Ventura tentou colar o antigo líder do PS às ideias de esquerda e apontou que o mesmo não tinha ideias. O candidato presidencial António José Seguro considera que os portugueses não são extremistas nem divisionistas. Quem for eleito promete ser um presidente mais «exigente» para Montenegro.

