Marcelo Rebelo de Sousa vai encurtar a sua viagem a Espanha enquanto os candidatos presidenciais oferecem lonas a Proteção Civil

Ventura considera as medidas apresentadas pelo governo insuficientes e considera a ser o único político que não representa os ideais de esquerda

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Marcelo Rebelo de Sousa y otros candidatos presidenciales en un evento
En un evento reciente, Marcelo Rebelo de Sousa se encontró con otros candidatos presidenciales en Portugal. Este encuentro se da en un contexto electoral significativo, donde se discuten los desafíos actuales del país. La situación climatérica y los recientes desastres han sido temas centrales en la campaña electoral.

Marcelo Rebelo de Sousa, que no dia 8 de Fevereiro saberá quem será o seu sucessor, vai se encontrar com Luís Montenegro e ir às zonas afetadas antes de voar para Espanha para aquela que será a sua última viagem oficial como presidente da República de Portugal. Esta viagem será encurtada pela situação climatérica no país. No terreno, e fugindo a todas as críticas, Luís Montenegro lembra que o seu governo está «concentrado em resolver os problemas». A recuperação total pode durar alguns anos e Marcelo Rebelo de Sousa acredita que este será o grande desafio do seu sucessor. Os dele foram os incêndios e a pandemia de COVID-19.

A última semana da campanha foi «apagada» pelo desastre que atingiu o centro e o oeste de Portugal. A depressão Kristin, e agora o Leonardo, continua a dar que falar com o anúncio de mais apoios para os agricultores ou a isenção de portagens (na próxima semana). As associações académicas também estão a fazer angariações de bens para os mais afetados.

O candidato presidencial, António José Seguro, quer que estes e os outros apoios já anunciados cheguem ao terreno o mais rápido possível e a plataforma para pedir apoios já está disponível mas há muitas pessoas que sem internet e luz não sabem destes apoios. Tal como Seguro ou Ventura, Gouveia e Melo vai doar lonas dos seus outdoors à Proteção Civil de Ourém.

Da estabilidade ao combate da esquerda

Caso Seguro ganhe o Palácio de Belém vai levar a um reforço do peso do PS depois das derrotas fortes que este partido teve não só nas legislativas mas também nas autárquicas. Seguro promete a todos os portugueses estabilidade, caso seja eleito, e apela à mobilização para defender «chão comum» da democracia. Segundo ele, as sondagens não garantem a vitória a ninguém e pede para que as pessoas saiam para votar no dia 8 de Fevereiro.

Ventura acredita que ele representa o único espaço político português. Os ciganos portugueses estão mobilizados para votar em Seguro e tudo graças ao estilo de fazer política protagonizado por André Ventura. Que «dispara» em todas as direções e criticou a viagem de Marcelo Rebelo de Sousa ao Vaticano numa altura em que o país está em alerta vermelho.

Nas prisões também se vota e a percentagem subiu 55% de uma eleição para a outra. Os presos afirmam que votam para dar uma boa vida a família que tem cá fora. Os jovens também estão mobilizados, independente do candidato, e defendem que estas eleições poderão ajudar a mudar não só o país mas também as suas vidas depois de uma década de estabilidade com Marcelo Rebelo de Sousa. Esperemos que o mau tempo previsto não leve a que os eleitores fujam das mesas de voto. O Chega quer ouvir o ministro da Defesa, Nuno Melo, devido ao uso das Forças Armadas no apoio aos afetados por esta tempestade. José Luís Carneiro pede a ativação dl mecanismo europeu de proteção civil depois da depressão Kristin.