António José Seguro, presidente da República, escolheu cinco novos nomes para o Conselho de Estado, incluindo Alberto Martins e Isabel Capeloa Gil. No total, são duas mulheres e três homens: dois antigos governantes, um geógrafo e uma cientista.
Durante o habitual debate parlamentar, Montenegro anunciou 30 milhões para apoiar empresas de transportes e tenta reforçar o desconto nos combustíveis, que subiram bastante desde o início do conflito no Médio Oriente. Estamos perante a maior crise energética dos últimos anos. A Europa, segundo a Agência Internacional de Energia, tem combustível para aviões para apenas seis semanas.
Depois do apagão ibérico, que está quase a completar um ano, o governo de Montenegro anunciou um investimento de 400 milhões de euros na rede elétrica para que ela seja mais resiliente em futuros acontecimentos. Na Madeira, o PSD local realizou o seu congresso, mas sem os membros do partido nacional devido a um desentendimento com o líder parlamentar do PSD na AR.
Nos 50 anos da Constituição, o relvado que fica ao lado da escadaria da Assembleia da República ganha dois brasões florais: um com as quinas nacionais e outro com os corvos que podem ser vistos na bandeira de Lisboa.
Portugal é dos países da Europa onde se morre mais nas estradas
O novo ministro da Administração Interna, Luís Neves, anunciou que haverá um novo Código da Estrada e que a Brigada de Trânsito da GNR vai ser reativada, já que Portugal é o sexto país da Europa onde morrem mais pessoas em acidentes rodoviários (em média, uma pessoa por dia). A condução sob o efeito do álcool ou comportamentos perigosos, como o uso do telemóvel, são algumas das causas apontadas para que a taxa de sinistralidade em Portugal seja cada vez mais elevada.
Depois de se saber que o primeiro 10 de Junho de Seguro como presidente será nos Açores, confirmou-se que o responsável pela cerimónia será Miguel Monjardino. A viver na ilha Terceira, Monjardino é um dos principais nomes portugueses na área da geopolítica. A Amnistia Internacional pede ao governo português que recuse o uso das Lajes pelos Estados Unidos, defendendo que a base deve ser utilizada tendo por base o Tratado do Atlântico e que o ataque ao Irão não contou com a participação dos outros parceiros da NATO. Sobre o que esperar do discurso presidencial, Monjardino antecipa que Seguro adote um estilo semelhante ao de Carney, o primeiro-ministro do Canadá que defende a soberania dos países do Atlântico.
A escolha pelos Açores acontece num ano em que se comemora o meio século das autonomias regionais e onde o uso da Base das Lajes pela administração Trump deu maior visibilidade ao arquipélago nos meios de comunicação.

