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Alerta de possibilidade de corrupção na construção de infraestruturas para receber o Mundial 2030

Trofeo de la Copa Mundial de Fútbol rodeado de banderas

O Mecanismo Nacional Anticorrupção de Portugal apresentou ao Parlamento um relatório onde alerta para os riscos que os estádios que vão receber o Mundial 2030 podem trazer. Sobrefaturação, conluio, fraude em empreitadas e subcontratação opaca são alguns dos riscos levantados, já que é necessário construir ou requalificar infraestruturas para receberem os jogos do Mundial.

O Governo português ainda não divulgou o custo total das melhorias nos estádios, das infraestruturas associadas, nem dos contratos de segurança e logística. Numa reunião que aconteceu na sede da FPF, Pedro Proença realçou a «centralidade» que o Mundial de 2030 traz para Portugal. «Vai ser muito bom para os anos que vêm a seguir. Focamo-nos, muitas vezes, muito na competição, no momento, mas o que fica desta será as pessoas que nos visitaram e vão querer cá voltar. Foi essa a experiência que tivemos no Euro 2004», disse Pedro Proença.

Os recintos oficiais, em Portugal, vão ser os estádios da Luz (que vai receber uma das meias-finais), José de Alvalade e o Dragão. A poucos dias do Mundial de 2026, um dos problemas que mais está a ser levantado é o preço dos bilhetes para ver os jogos que vão acontecer no México, Estados Unidos e Canadá. Sobre este facto, e já olhando para o Mundial de 2030, a FIFA garante que vai repensar o preço dos ingressos para a competição do centenário. As primeiras partidas da competição vão ocorrer no Uruguai, na Argentina e no Paraguai.

A ministra do Desporto de Espanha, Milagros Tolón, defendeu, num evento organizado pela Europa Press, que a final do Mundial 2030 deve ser em Espanha. Para além de Espanha, Marrocos e Portugal também vão organizar o torneio. Esta será a primeira vez que um Mundial será organizado por dois continentes. Em Marrocos, estão a ser reportados distúrbios de pessoas que se manifestam contra os gastos excessivos.

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