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A Água Castello, uma das mais antigas do país, «nasce» nas muralhas do castelo da cidade raiana de Moura

Botella de agua mineral Castello de Moura con castillo de fondo

Se há algo muito português, são as águas minerais com gás. Um dos castelos do Alentejo guarda o segredo de uma destas águas. Esta água «nasce» no Castelo de Moura, uma cidade da Raia. Para além da água, Moura também é conhecida pelo seu azeite, que é engarrafado com o selo «Moura-Barrancos».

Para além do facto de se produzir água no interior deste castelo, também é possível ver a Torre do Relógio, o Núcleo de Armaria ou o amuleto islâmico, «a mão de Fátima». Também no interior do castelo existe o Museu da Castello, que demonstra o percurso da água até ao consumidor final.

A Água Castello, engarrafada no interior deste castelo, foi criada em 1899 e chegou a ser a água oficial da Família Real Portuguesa. A produção fabril desta água manteve-se até à década de 30 e, atualmente, é captada em Pisões, que fica perto de Moura.

Esta água originalmente brotava de nascentes no interior da fortificação e chegava às populações, já no exterior das muralhas, através de fontes. Os antigos consideravam que esta água «refrigera os sãos e cura os doentes”. Ela é conhecida pelo slogan «Não é água. É Castello». Esta água, conhecida pela sua bolha, disponibiliza diferentes variedades pensadas para acompanhar refeições ou momentos de convívio com família e amigos. Para além da água engarrafada, também chegou a haver (entretanto já desativadas) as Termas de Moura, já que são águas com propriedades medicinais.

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