Livro recorda as histórias e polémicas que rodearam a JMJ de Lisboa, a última do Papa Francisco

'Recordar Francisco, a última Jornada do Papa', o livro que conta os segredos da iniciativa que foi organizada por jovens e para jovens

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Papa Francisco conversando con el presidente de Portugal en Lisboa
En esta imagen, el Papa Francisco se encuentra conversando con el presidente de Portugal, en el contexto de la Jornada Mundial de la Juventud celebrada en Lisboa. Este evento reunió a más de un millón de jóvenes de todo el mundo, destacando la importancia de la juventud en la Iglesia. La JMJ fue un hito significativo en la historia reciente de Portugal.

As histórias e segredos da organização portuguesa da última Jornada Mundial da Juventude (JMJ) onde participou o Papa Francisco são contadas num livro assinado pela porta-voz da JMJ, Rosa Pedroso Lima. Tudo, das histórias às polémicas de bastidores, pode ser lido na obra Recordar Francisco, a última Jornada do Papa. Uma das polémicas, avançadas pelos meios de comunicação social, foi o altar-palco que custou 2,9 milhões de euros ou o estilo neocolonialista do primeiro selo comemorativo. O EL TRAPEZIO seguiu de perto a JMJ.

A JMJ aconteceu em Lisboa em 2023 depois de um ligeiro atraso provocado pela pandemia de COVID-19. A ideia de trazer a Jornada Mundial da Juventude surgiu do antigo patriarca de Lisboa e foi celebrada efusivamente por Marcelo Rebelo de Sousa. Tal como costuma acontecer com os Jogos Olímpicos, os símbolos da jornada percorreram todo o país, incluindo a igreja da Corredoura (em Sesimbra). A JMJ trouxe até a capital portuguesa mais de um milhão de jovens, transformando esta iniciativa a mais participada no país. O Parque Tejo, onde aconteceu a missa campal que teve como despertar um set de um padre DJ, agora leva o nome do Papa Francisco e é a nova «casa» do Rock in Rio Lisboa. Passados dois anos deste evento, pouco mais restam do que memórias.

O Parque Eduardo VII, onde acontecem eventos como a Feira do Livro ou o WonderLand, teve um papel importante na JMJ, recebendo milhares de jovens e o sumo-pontifice argentino. Esta organização foi preparada, durante dois anos, entre a Igreja e o Estado português. Vinte mil voluntários, vindos um pouco de todo o mundo, participaram na JMJ. Esta foi uma organização de jovens mas teve como destaque um jovem cardeal Américo Aguiar (agora está a frente da diocese do distrito de Setúbal) que esteve na lista dos candidatos a Papa depois da morte de Francisco.