A Guiné Equatorial está a se preparar para receber a próxima presidência rotativa da CPLP

A CPLP vai celebrar os seus 30 anos com Timor na presidência e a Guiné-Bissau suspensa

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Hombre caminando junto a banderas de países de la CPLP
La Guinea Ecuatorial está en proceso de preparación para asumir la presidencia rotativa de la CPLP en 2027. Este evento es significativo en el contexto de la cooperación entre países de habla portuguesa. La imagen muestra a un representante en un evento relacionado con la CPLP, rodeado de banderas de los países miembros.

Quando houve a Cimeira em Bissau, houve uma autêntica «luta» para ver qual seria o próximo país a receber a presidência rotativa da CPLP. Os «gigantes» Portugal, Brasil e Angola defendiam Timor-Leste, enquanto os restantes PALOP estavam ao lado da Guiné Equatorial.

Com o golpe militar em Bissau, e a suspensão deste país da organização, a presidência foi entregue a Díli. Em 2014, quando tiveram a presidência, Timor-Leste anunciou a entrada da Guiné Equatorial neste grupo. A CPLP assinala os seus trinta anos no dia 17 de julho. Os países da CPLP pretendem ampliar o acesso à internet e garantir a segurança dos cabos óticos. Nesta região passa parte dos cabos que ligam o mundo, como é o caso de Portugal, que tem cabos que ligam a Europa à América e a África.

A Guiné Equatorial está a preparar-se para assumir, em 2027, a próxima presidência da CPLP. Isto foi expresso pelo atual conselheiro do Governo equato-guineense para os Assuntos dos Países da Língua Portuguesa. Este também defendeu que o seu país necessita do apoio dos outros e de dar mais formação na língua portuguesa aos altos cargos.

Quando aderiu a esta organização, foi prometido à Guiné Equatorial, assim que entrasse, que um dia teria a presidência desta organização. A primeira solicitação de entrada foi feita ainda em 1996, mas na altura houve a objeção de vários países. Para que entrassem na CPLP, a Guiné Equatorial teve de se comprometer a abolir a pena de morte da Constituição e a introduzir a língua portuguesa no país. Existem críticas a Portugal por estar a fazer pouco neste quesito.