UEFA ameaçou boicotar o Mundial de 2030 caso fosse privatizado mas Portugal, Espanha e Marrocos continuam como organizadores

Numa semana marcada pela crise migratória em Ceuta, Portugal, Espanha e Marrocos demonstram ter muitas mais coisas que os unem para além do futebol

Comparte el artículo:

Bluesky Streamline Icon: https://streamlinehq.comBluesky
Reunión entre representantes de la UEFA y FIFA con balón de fútbol
En esta imagen, se observa a dos figuras clave en el fútbol sosteniendo un balón de la Copa del Mundo. La UEFA ha expresado su preocupación por la privatización del Mundial de 2030, que se celebrará en Portugal, España y Marruecos. Este evento marcará un hito en la historia del fútbol, y las decisiones actuales podrían influir en su desarrollo futuro.

Nos últimos dias, falou-se muito sobre a crise migratória em Ceuta mas a possibilidade de abrir a FIFA aos privados fez com que Portugal, Espanha e Marrocos arriscassem ficar sem a organização do Mundial de 2030. A competição que vai marcar os cem anos do primeiro mundial, que aconteceu no Uruguai. Marrocos está a competir com Espanha para receber a final deste Mundial mas o presidente da federação espanhola, Rafael Louzán, avisa que «Espanha lidera o Mundial 2030». Em Espanha, os dois estádios que estão a ser apontados para receber a final do Mundial de 2030 é o Santiago Bernabeu e o Camp Nou.

O governo de Marrocos quer construir o maior estádio do mundo em Casablanca. Infantino quer que o Mundial de 2030 tenha 64 seleções. Existem muitas mais coisas que ligam Marrocos, Portugal e Espanha, para além do futebol. A culinária é um exemplo do que liga os dois lados do mediterrâneo. Como é o caso das laranjas do Algarve e que em Marrocos o nome para este alimento, burtuqal, faz uma referência direta ao país. Do Algarve é possível ir a Marrocos de barco. Demonstrando que a geografia também aproxima os três países.

Em Espanha fazem vinho de laranja. Este alimento é apenas um exemplo gastronómico que também liga os três países que vão ser as sedes do Mundial 2030. O Mundial de 2026 acabou há pouquíssimo tempo mas já se começa a pensar no Mundial de 2030 e nos candidatos a vitória final, e aqui temos o contingente europeu em primeiro plano para a vitória final. Treze seleções europeias já ergueram a taça de campeões do mundo. A CONCACAF ou a federação asiática foram alguns dos que recusaram logo a proposta de Infantino e a UEFA ameaçou boicotar todas as provas da FIFA se a organização do Mundial fosse privatizada. Caso as federações tivessem aceitado esta proposta, cada uma delas receberia mais de vinte milhões de dólares.

Uma das pessoas que a queria comprar é o irmão do genro de Donald Trump. Entretanto, Gianni Infantino já recuou no plano de abrir a FIFA ao investimento privado. Devido a atitude de Infantino, a UEFA afirma ter perdido confiança no presidente da FIFA e quer meter no lugar um homem da sua confiança, o presidente do PSG Nasser Al Khelaifi. Este nega querer concorrer ao cargo máximo da FIFA.