A tempestade Cláudia deixou Portugal em situação de alerta e no distrito de Setúbal foi mesmo ativado o alerta vermelho, que levou ao encerramento de escolas e barras. A depressão Cláudia trouxe chuva, ventos fortes e uma trovoada intensa. Algo que os portugueses não viam há muito tempo.
A tempestade levou a dois mortos (já confirmados), deslocados e milhares de ocorrências reportadas a Proteção Civil. O casal que morreu, supostamente no sono, tinha botão de pânico mas foi apanhado de surpresa pela subida das águas e como tal não o pode ativar. Os fenómenos climáticos estão cada vez mais agressivos.
Destas podemos destacar inundações, quedas de árvores ou telhados arrancados, um deles foi o da estação de comboios de Santa Apolónia. Decidi ao mau tempo, algumas linhas de comboio (como a da Beira Baixa) esteve cortada em parte do seu troço; os cacilheiros, que operam entre Lisboa e o outro lado do Tejo, operaram com cuidado, e várias estradas, como aconteceu no Seixal, inundaram.
As autoridades apelam para que as populações tenham cuidado e respeitem as indicações dadas pelas autoridades, como é o caso da Proteção Civil ou do IPMA. Existe a necessidade para uma maior sensibilização para o que se deve fazer em risco de cheios e planos de drenagem (como é o caso dos dois mega-tuneis que Lisboa está a fazer). A eletricidade e comunicações caíram em vários pontos, especialmente nos distritos de Santarém, Lisboa e Setúbal.

