15/02/2026

Debates terminam com as sondagens renhidas entre os cinco principais candidatos e o Tribunal a mandar Ventura retirar cartazes

Os cinco principais candidatos estão separados por seis pontos e, numa segunda volta, Luís Marques Mendes parte em vantagem em relação aos restantes

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André Ventura durante un debate político en Portugal

Os debates estão a terminar e as sondagens voltam a indicar que existem cinco candidatos com a possibilidade de passar a uma segunda volta. Segundo as sondagens, e para além da polémica com os seus rendimentos, Mendes lidera, com Seguro a décimas. Gouveia e Melo, visto como o grande favorito antes do início dos debates, tem se «afundado» nas intenções de voto. Em dois meses, caiu 13 pontos.

André Ventura e João Cotrim Figueiredo têm estado a subir. De todo o eleitorado, o de Ventura é visto como o mais fiel mas também bate recorde quando falamos de rejeição. Um tribunal de Lisboa deu o prazo de uma semana ao candidato apoiado pelo Chega para que este retire os cartazes que vieram a comunidade cigana.

O PS enviou a Ventura e ao Chega um dossiê onde apresentam «mentiras levantadas por eles». A maioria em volta dos imigrantes. Já Cotrim Figueiredo é visto como o candidato preferido dos mais jovens e dos mais ricos.

Cinco candidatos com possibilidades reais de passarem a uma segunda volta a dois 

Estes cinco candidatos estão separados por seis pontos entre si. António José Seguro é o candidato de esquerda mais bem posicionado numas eleições onde se apela ao voto útil. O candidato apoiado pelo PS levantou a possibilidade de criar um conselho de Estado mas para ouvir os mais jovens. Cotrim Figueiredo duvida das vantagens de ter um jovem no Conselho de Estado.

Jorge Pinto, deputado do Livre, chega aos 3%, o mesmo patamar do comunista António Filipe, mas a bloquista Catarina Martins cai para os 2,7% nas intenções de voto. Para a eurodeputada, Seguro, Mendes e Gouveia e Melo «não vão fazer nada de diferente uns dos outros».

Os dois candidatos mais virados iriam a uma segunda volta que deve decorrer um mês depois das eleições presidenciais, que vão acontecer a 18 de Janeiro. O ainda presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou o seu último Orçamento como chefe de Estado.