Portugal tem a hora de pico nos TVDEs mais cedo no sul da Europa, como aponta estudo de mercado

Se o pico português é às 16 horas, o pico no uso da TVDE em Espanha é a partir das 20 horas, como aponta estudo

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Persona sosteniendo un cartel de TVDE desde un coche en la ciudad.

Cada vez mais pessoas usam plataformas de TVDE para deixarem os carros em casa ou não usarem os transportes públicos. Em 2025, a Carris Metropolitana de Lisboa transportou quase 200 milhões de passageiros, enquanto a CP – Comboios de Portugal ultrapassou os 200 milhões, mais de metade nas linhas metropolitanas de Lisboa.

Mesmo geograficamente perto, Portugal apanha o TVDE mais cedo que Espanha. A hora de ponta começa às 16 horas; quando olhamos para a parte mais ocidental da Europa, é mesmo o país que começa mais cedo. O padrão português está relacionado com a diversidade de utilizadores que recorrem às plataformas TVDE, incluindo estudantes universitários, trabalhadores e cidadãos mais seniores. Estas pessoas usam os veículos para voltarem a casa dos trabalhos, estudos ou de outros locais. Na Europa, as cidades apostam cada vez mais numa mobilidade partilhada e sustentável.

Os portugueses não costumam andar muito em veículos de TVDE durante a noite. Tal como na Roménia, apenas 19% dos portugueses anda de carro durante o período noturno. Passando para as trotinetes e bicicletas elétricas de aluguer, muito usadas para circular dentro de cidades como Lisboa, o pico de utilização acontece às 18 horas. A micromobilidade prolonga as deslocações ao final da tarde, cobrindo trajetos curtos, recados e deslocações de início de noite. Existe uma complementaridade, no mercado português, no uso dos TVDE e da micromobilidade.

Em quase todos os mercados europeus onde a Bolt opera trotinetes e bicicletas elétricas, o pico de utilização ocorre entre as 16h00 e as 18h00. Já no caso de Espanha, o pico de utilização das plataformas de TVDE é registado às 20 horas. Estes dados são apresentados pela Bolt num estudo de mercado que demonstra que não existe uma única “hora europeia” quando falamos de mobilidade, já que os diferentes países têm ritmos de trabalho, hábitos urbanos ou rotinas familiares distintos.