Mesmo estando em período natalício, os debates entre os candidatos a presidente da República de Portugal continuam. O debate, que opos dois dos grandes candidatos, Henrique Gouveia e Melo e André Ventura, teve o antigo Almirante s pedir uma maior união ao país e o líder do Chega a o colar ao PS devido ao trabalho que fez durante o período da pandemia. Gouveia e Melo diz que se existe algum candidato que não vem do sistema, é ele.
Devido ao chumbo dado pelo Tribunal Constitucional, Marques Mendes considerou que os juízes não colocaram em causa as partes essenciais da base da Lei da Nacionalidade. O PSD defende o mesmo. Segundo o Tribunal Constitucional, esta lei podia criar uma «restrição desproporcional» no acesso à cidadania que seria retirada em caso de crimes graves (não são descritos quais).
Qual é a utilidade do voto útil?
O candidato defendido pelo PCP, António Filipe, considera que o voto útil é uma «desgraça» e apela para que as pessoas votem no candidato que vai mais segundo as conclusões de cada um. As mais recentes sondagens continuam a dar Ventura na liderança na corrida a Belém mas em caso de uma segunda volta, que deverá acontecer, Luís Marques Mendes deverá ganhar em todas as situações. Cinco são os candidatos que lutam para passar a uma segunda volta.
Segundo as mais recentes sondagens, e com a distribuição de indecisos, Ventura reúne 22% das intenções de voto, seguido de Marques Mendes com 20%, Henrique Gouveia e Melo com 18%, António José Seguro com 16% e João Cotrim Figueiredo com 14%. Seguro é o único candidato de esquerda que poderá passar a uma segunda volta. A segunda volta das presidenciais deverá acontecer a 8 de Fevereiro. Apesar de ter uma ligeira vantagem nas sondagens, Marques Mendes rejeita qualquer tipo de triunfalismos. As presidenciais em Portugal vão acontecer a 18 de Janeiro de 2026. As eleições estão abertas e nenhum dos desfechos é garantido apenas a um mês das eleições.
Foi anunciado que Portugal vai receber, nos próximos dois anos, uma prova oficial da F1 e que Timor-Leste vai ficar com a presidência da CPLP, que estava na Guiné-Bissau. O país foi suspenso após o golpe militar. O primeiro-ministro, e depois da greve geral, anunciou que vai receber uma das centrais sindicais, a CGTP, a 7 de Janeiro.


