Depois da tomada de posse no Parlamento e da condecoração a Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente Seguro deslocou-se ao interior do país (zonas afetadas pelos incêndios e pelo despovoamento) e pediu que o Governo atuasse mais e falasse menos.
Nestas visitas, a informalidade também esteve presente com o uso do nome «Tozé». Em Guimarães, o presidente Seguro destacou o facto de o berço da nacionalidade ser agora Capital Verde Europeia e referiu que a cidade pode ser o «berço do futuro» devido ao seu desempenho ambiental.
Já no Porto, Seguro começou a celebrar o seu 64.º aniversário. Na Cidade Invicta, o autarca portuense elogiou Seguro por «tratar todos por igual». Seguro pretende ser o «presidente das boas razões». No segundo dia como presidente da República, realizou várias visitas para demonstrar que a sua presidência será próxima de todos os territórios. Ainda se fala sobre a tomada de posse de António José Seguro e sobre o look da primeira-dama, Margarida, que usou um vestido Valentino. O vestido foi alterado, tendo sido adicionados três botões com corações de Viana, uma homenagem a Portugal. Os designers portugueses lamentaram [a escolha da marca estrangeira], pois acreditam que um dos papéis da mulher de um Presidente é promover o que é Made in Portugal.
O primeiro-ministro Luís Montenegro defende que o «reformismo de boca têm muitos, reformismo de ação não é para todos». Na próxima semana, o Governo vai reunir-se com os parceiros sociais devido às alterações na lei laboral. A CGTP pediu uma reunião a Seguro para abordar esta temática e denuncia um «ataque frontal» aos trabalhadores.


