Bienal de São Paulo volta com programação híbrida e uma forte delegação iberófona

Artistas plásticos europeus e latinos vão ter as suas obras expostas até Dezembro no Pavilhão Ciccilo Matarazzo

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A Bienal de São Paulo acontece a cada dois anos e é um dos principais eventos do circuito artístico internacional. Na edição deste ano, 35 artistas vão apresentar os seus trabalhos na mostra coletiva que foi intitulada de «Faz Escuro mas eu canto», verso do poeta originário da amazónia Thiago de Mello. De 4 de Setembro a 5 de Dezembro, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo do Parque Ibirapuera, este leque de artistas plásticos vai apresentar um conjunto de obras para todos os gostos. Estas vão ser em formato de vídeo, cinema, performance, desenho, pintura e fotografia. Todas as instalações apresentam uma urgência em relação aos «problemas que desafiam a vida no mundo atual». Os trabalhos pretendem demonstrar que a arte pode ser um campo de encontro, resistência e rutura que ajuda a transformar a sociedade.

A 34ª edição do evento, que teve que ser adiada um ano devido a pandemia, vai ter uma programação hibrida. Atividades online e ao vivo vão poder ser vistas pelo público da Bienal. Os principais nomes ibero-americanos ligados ás artes visuais vão estar presentes. Dos convidados pelo curador Jacopo Crivelli Visconti destacam-se nomes como os de Abel Rodríguez, Ana Adamovic, Beatriz Santiago Munoz e Clara Ianni.

Os portugueses presentes na bienal serão a dupla composta pela dupla Mariana Caló e Francisco Queimadela e a artista Luísa Cunha. A artista multidisciplinar em Abril foi distinguida com o Grande Prémio de carreira da Fundação EDP Arte 2021. A espanhola Edurne Rubio, natural de Burgos, também vai participar na maior mostra de arte da américa latina.

Desde a criação da Bienal de São Paulo, em 1951, 16 mil artistas expuseram as suas obras, que foram vistas por 17 milhões de pessoas, no  vanguardista prédio desenhado pelo conhecido arquiteto carioca Óscar Niemeyer, também responsável pelo planeamento de Brasília.

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