Nas presidenciais poderão votar 11.039.672 eleitores, mais 174.662 votantes do que em 2021. Ano em que aconteceu as últimas presidenciais. Depois das críticas, António Filipe, do PCP, também não considera normal que haja um Conselho de Estado (onde participa Ventura e Marques Mendes) em plena campanha. O comunista quer que o foco esteja «no que preocupa cada um na sua vida», sejam eles pescadores ou bombeiros. Cotrim Figueiredo acredita que a candidatura de Marques Mendes não está a mobilizar o PSD. O último Conselho de Estado da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa deverá abordar a situação dos portugueses na Venezuela.
Os brasileiros que vivam em Portugal ou que tenham dupla nacionalidade também podem votar para a presidência da República de Portugal. Depois de mais um problema com os bombeiros, onde vários doentes tiveram que esperar até três horas para terem atendimento destes, a candidata Catarina Martins junta-se ao coro para pedir a intervenção do PR para afastar a ministra da saúde, algo que Marcelo Rebelo de Sousa já fez quando Marta Temido ocupava o cargo.
A cair nas intenções de voto, Marques Mendes considera que a «saúde estão demasiado politizada». Apenas Marques Mendes não critica a ministra da saúde. André Ventura tem cada vez mais pessoas a afirmarem que votariam em si.
Os cinco principais candidatos estão cada vez mais perto
Os cinco primeiros candidatos estão separados por 4 pontos. Os portugueses residentes em Palma de Maiorca (Espanha) já se queixaram que quem queira votar tem que voar para Barcelona. A votação no estrangeiro é nos dias 17 e 18 de Janeiro.
Nas últimas sondagens, António José Seguro está a aparecer a frente e o socialista, que tem contado com o apoio de costistas, aponta a 2.5 milhões de votos caso passe a uma segunda volta. João Cotrim Figueiredo, que aparece em terceiro, diz que una segunda volta entre ele e Seguro será a mais interessante de todas.
André Ventura considera Luís Marques Mendes e João Cotrim Figueiredo iguais e que não quer ver numa segunda volta, vista como quase certa, um «desfile de misses» para ver qual é o mais simpático. Depois de no último debate ter levantado a possibilidade de desistir a favor de Seguro e depois ter afirmado que ia levar a candidatura até ao fim, Jorge Pinto recusa ser aliado do governo e diz que o seu único compromisso é com os portugueses. Isto depois de Cotrim Figueiredo ter anunciado que tinha enviado uma carta a Luís Montenegro a dizer que o ia apoiar, caso for eleito presidente, se forem feitas alterações profundas em áreas como a educação, segurança social ou saúde.


