A mobilidade elétrica em território ibérico funciona a ritmos diferentes. Portugal está a dar passos significativos na mobilidade elétrica mas são necessários mais postos de carregamento para estes carros. A Galp é uma das companhias que está a ajudar a desenvolver a rede de postos de carregamento no território ibérico. Em Portugal, a Galp detém a maior rede de carregamentos públicos e apoia a electrificação de frotas de clientes empresariais e particulares. Estamos a falar de cerca de 4 mil pontos de carregamento entre os segmentos público e privado, isto em Portugal.
Onde existem queixas da lentidão em que os licenciamentos dos novos postos de carregamento são dados. Se a média de espera em Portugal, onde existe apenas uma rede a operar este sistema, é de um ano para se conseguir o licenciamento para uma instalação elétrica, Espanha, que tem mais operadores, tem que esperar para o mesmo pedido por três anos. Os primeiros postos de carregamentos em Portugal, conhecidos como Mobi.E, foram instalados durante o segundo governo de José Sócrates.
Em Espanha, a Galp conta com 1.500 pontos, sobretudo no segmento privado. Atualmente, números de 2023, Portugal tem registados 100 mil automóveis 100% e% e% e% elétricos (sem falar dos híbridos). A aposta na mobilidade elétrica tem deixado Portugal bem posicionado no contexto europeu. No caso da venda de carros já é o décimo mercado.No caso espanhol, a mobilidade elétrica estãestá um pouco mais atrasada do que neste lado da fronteira.
Mesmo assim, o governo de Madrid dá subsídios até 25% e máximo de 6.000 euros para cada veículo elétrico. Este auxílio pretende ajudar a promover a compra de carros elétricos.A mobilidade elétrica é vista como um passo necessário para adotar para a transição energética tão necessária. Várias energéticas, incluindo a CEPSA, estão a abandonar os fósseis para abraçar novas formas de produção de energias renováveis. Os carros elétricos ainda não são os mais usados em parte por causa da infraestrutura, em especial a rede de carregamento pública, que ainda não permite percorrer o território ibérico de uma ponta a outra num carro 100% elétrico.
Nem todos têm a capacidade de carregar os seus veículos elétricos, sejam carros ou bicicletas, em casa. O negócio dos elétricos ainda tem muito para crescer. Quanto mais os preços dos elétricos baixarem, mais o uso destes veículos se vai massificar.