Abriu, em Sines, o primeiro dos edifícios do Data Center, o SIN01. Este tem uma capacidade instalada de 14 MW e é o menor dos seis edifícios previstos. No total, o campus vai contar com uma capacidade total de 1,2 GW. Desta forma, Portugal passará a ser uma «porta digital» de entrada na Europa e dê conexão entre continentes. Será uma «espinha dorsal» do futuro da IA na Europa. O data center de Sines é o mesmo que deu origem a crise política que levou a queda do Governo de António Costa. Na inauguração estiveram presentes membros do Governo de Luís Montenegro.
O centro de dados em Sines deve atrair mais 30 mil milhões em investimentos para Portugal. O edifício vai fazer parte do Start Campus, o projeto que pretende transformar Sines num dos pólos europeus na inovação tecnológica graças aos cabos submarinos que aí chegam. Sines torna-se cada vez mais num local global.
A construção será alimentada através de energias renováveis. Este projeto vai gerar até 1.200 empregos diretos e mais de 8.000 empregos indiretos até 2028. Na inauguração do primeiro edifício discursou o CEO da Start Campus, Robert Dunn. Este pede mais investimentos e menos tarifas. A maior parte do investimento para a construção deste edifício veio dos Estados Unidos.
Este (quando estiver concluído) será o maior campus de data centers da Europa. Este investimento é 10 vezes superior (num total de 8 mil milhões de euros):ao da Autoeuropa, fábrica que é considerada um dos motores da economia portuguesa.