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Comboios espanhóis vão andar nas linhas portuguesas por mais 2 anos

Aluguer de material a Renfe vai se estender até 2024 e vai ter um custo de 5 milhões por ano

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Por mais dois anos, e já que as 22 novas unidades apenas chegam em 2025, a CP terá que continuar a pagar o aluguer dos seus comboios a Renfe que andam por troços como o do Douro. O atual contrato termina no fim de 2022 mas o atraso na entrega das novas automotoras vai levar a que o aluguer se estenda até 2024. Neste período, com um pagamento de quase cinco milhões por ano (cada comboio custa 310 mil euros por ano), a empresa vai pagar para garantir a circulação do material de circulação em linhas não eletrificadas. De todas as linhas por onde circula este material, apenas as ligações do Algarve (Lagos-Tunes e Faro-Vila Real de Santo António) deverão ter corrente elétrica instalada até ao fim de 2023.

A trabalharem em Portugal desde 2011, as “camelas” (conhecidas desta forma devido às caixas de ar condicionado que fazem lembrar bossas) são 22 automotoras a gasóleo da série 592, com três carruagens (UTD), que fazem os serviços regionais. No ano passado, a CP pagou por este aluguer 8,3 milhões de euros mas este valor deverá descer pois algum deste material será devolvido depois do verão. Este material, que em alguns casos tem quase 40 anos, é alvo de queixas pelos passageiros pois o seu maior consumo de gasóleo, comparando com composições novas, faz com que quem esteja no interior sinta todos os cheiros.

Esta devolução está dependente da abertura da eletrificação dos troços Meleças-Caldas da Rainha (linha do Oeste) e Marco de Canaveses-Régua, investimentos que fazem parte do programa Ferrovia 2020 e que está previsto abrir em 2023 e 2024.

Melhoria dos acessos ao Porto de Setúbal vai diminuir custos de transporte até Espanha

A melhoria dos acessos ferroviários ao Porto de Setúbal, que vai reduzir o percurso em 150 quilómetros e menos 1,30 horas, vai fazer com o transporte até a fronteira espanhola fique 50% mais barato. Esta intervenção, que faz parte da estratégia de modernização adotada, vai permitir que do porto saiam comboios elétricos que possam circular na ferrovia nacional sem qualquer obstáculo.

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