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Preços da electricidade batem recorde desde a criação do mercado ibérico

Aumento dos preços da electricidade não são apenas problema europeu e podem ser explicados pelo CO2

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O preço da electricidade no mercado ibérico, que foi criado para harmonizar os sistemas eléctricos dos dois países, continua a crescer e tem estado a bater recordes desde a sua criação. A 1 de Julho, período em que o mercado regulado entrou em vigor, o preço médio registado foi de 99,8 euros por megawatt hora, valor que desceu ligeiramente mas continua a preocupar tanto a Entidade Reguladores dos Serviços Energéticos (ERSE) como o governo português que considera estes valores puxados para a situação de recuperação em que nos encontramos mas não surpreendentes comparando com os outros países europeus.

O governo português promete, depois desta subida, uma redução dos preços da luz em 2022 que vão permitir poupar a carteira dos consumidores um valor de 372 milhões de euros, isto revendo o valor de de 74 euros por MWh para 66 euros.

Este aumento nos preços da electricidade faz com que as facturas de 954 mil famílias tenham um agravamento nas suas facturas de, no máximo, 2,86 euros mensais. Uma família de quatro famílias, e com uma potência de 6,9 kVA, terá uma fatura de 92,60 euros. Esta revisão dos valores tem acontecido sobretudo nos novos contratos mas não em todas as companhias eléctricas, já que tanto a EDP, Galp e a Endesa garantem que não vão alterar as tarifas dos seus clientes domésticos com contrato fixo até ao fim deste ano. Sobre este aumento dos valores, a empresa explicou que este caso não é único na península Ibérica e é comum por todo o continente devido ao «aumento dos preços do CO2 e dos preços do gás natural na Europa».

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