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Alberto Nuñez Feijóo, do Partido Popular (48% de votos; 41 assentos) revalidou a sua maioria absoluta, igualando assim os melhores resultados de Manuel Fraga. Ana Pontón, do Bloque Nacionalista Galego (23% dos votos; 19 assentos) superou o PSdeG-PSOE (19% dos votos; 15 assentos), alcançando os melhores resultados históricos em número de deputados.

Os “morados”, representados por forças como o Podemos, En Marea e Anova, não obtiveram representação parlamentar, voltando assim ao cenário anterior do aparecimento destes novos partidos políticos, após a crise económica de 2008. O voto “nacionalista” no Podemos, no País Basco e na Galiza, voltou para os partidos nacionalistas.

O programa do partido vencedor (PP da Galiza) incluiu uma piscadela galega para a Lusofonia, incluindo a Espanha numa abordagem Ibérica a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa: “Promoveremos acções nos países da Lusofonia devido a proximidade linguística e cultural que temos com eles. Para tal foi aprovada uma lei no Parlamento Galego no ano de 2014. Em particular, a Galícia liderará a entrada da Espanha como observadora associada na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a Xunta preparará um Plano de Acção para Brasil, o que vai ajudar na coordenação de aproximações culturais e económicas com esse país emergente”.