Cimeira traz pacto social e relações com a Índia reforçadas

Encontro no Porto termina com anúncio sobre a vacinação e pedidos por uma Europa mais justa

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Após a assinatura da Declaração do Porto, descrita por António Costa como um marco histórico, o segundo dia da Cimeira Social começou com um anúncio relacionado com as vacinas. Úrsula Von der Leyen usou a rede social Twitter para anunciar que a UE comprou mais 900 milhões de vacinas da Pfizer. O presidente francês, Emmanuel Macron, defende uma maior urgência na vacinação e solidariedade. Em relação ao certificado verde digital, Von der Leyen espera que o mesmo esteja pronto em Junho para garantir um “verão relaxado e seguro”.

O segundo dia começou com um Conselho Europeu informal, que decorreu no pavilhão Rosa Mota (a antiga campeã interrompeu o jantar dos chefes de estado para entregar a bandeira europeia), onde os líderes aprovaram a Declaração do Porto e os diferentes pontos que vão nortear a agência social para a próxima década. O Pilar Social dos Direitos será fundamental para recuperar a União Europeia não só ao nível económico.

Sobre esta Declaração, o primeiro-ministro realçou que esta é uma “afirmação clara de que a Europa tem de ser o continente da coesão social e da prosperidade”. Charles Michel, presidente do Conselho Europeu, garantiu que as metas serão revistas regularmente (a implementação estará a cabo de cada um dos governos) para que a Europa seja mais verde, digital e social.

Mais um passo na relação UE-Índia

Do encontro entre os chefes de governo europeus e Narendra Modi (que aconteceu por videoconferência devido a situação epidemiológica na Índia) saiu a disponibilidade europeia na ajuda contra a Covid-19 e uma declaração política com 8 pontos que retoma as negociações que estavam congeladas desde 2013. Mais investimento, trocas comerciais livres e intensas e as alterações climáticas são alguns dos temas que fazem parte desta lista que pretende pontuar as relações futuras das duas forças. Segundo Josep Borrell, responsável europeu pelos negócios estrangeiros, relembrou que o Indo-Pacífico será onde a história deste século será escrita.

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