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Portugal lança ‘raspadinha’ para financiar o seu património cultural

A ideia foi lançada no ano passado pelo Executivo do socialista António Costa

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A ‘raspadinha’, um dos jogos mais populares de Portugal, vai contribuir a partir desta terça-feira para financiar o património cultural do país. No âmbito do Dia Internacional dos Museus, foi lançada esta ‘raspadinha’ cujas receitas serão destinadas ao Fundo de Salvaguarda de Património Cultural.

Cada uma vai custar um euro, e o prémio máximo será de 10.000. A ideia foi lançada no ano passado pelo Executivo do socialista António Costa, com a qual o ministério da Cultura espera arrecadar 5 milhões de euros anuais para o Património. Contudo, esta medida foi questionada por especialistas, tais como o psiquiatra Pedro Morgado, coautor de um estudo que alertava do perigo do jogo, que, em declarações à Efe, considerou que o Estado “não deve ser o promotor do jogo”.

O estudo no qual Morgado participou alerta que estes jogos está a caminho de se converterem num vício preocupante em Portugal: em 2018 geraram vendas totais de 1.594 milhões de euros, uma média de 160 euros por cada português. Em países como Espanha, com uma população cinco vezes maior que Portugal, as vendas foram de 627 milhões de euros, cerca de 14 euros por cidadão.

A ‘raspadinha’, com mais de 25 anos de existência, é o jogo estrela dos portugueses. Em 2020 representava já 51% das vendas totais dos jogos da Casa da Misericórdia, entidade responsável pelas apostas de Portugal, que em 2019 vendeu mais de 745 milhões de ‘raspadinhas’.

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