Na despedida do Livre, Rui Tavares destacou a união que deixou no partido e, também no XVII Congresso do mesmo, fez uma homenagem à «musa literária». Rui Tavares deixa de ser o principal rosto deste partido, mas não sai completamente de cena.
Esta reunião terminou com a eleição de Jorge Mendes e Isabel Mendes Lopes para a liderança bicéfala do Livre nos próximos dois anos. Esta lista obteve 68% dos votos. Sobre o problema com a correção dos exames nacionais e a notícia de que o Governo ia pagar aos professores horas extraordinárias para corrigirem estes exames a tempo, Jorge Pinto considerou que este anúncio apenas é uma forma de respeitar a lei. Pinto também defendeu uma reindustrialização ecológica.
Para o Livre, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, está a agir como um «negacionista do caos dos exames». Para o Bloco de Esquerda, Fernando Alexandre «não tem condições» para continuar no cargo. A Fenprof vai mesmo avançar com uma queixa à PGR sobre esta questão.
O Livre, visto por alguns como uma «muleta» do PS, desafia os socialistas a travar a revisão constitucional e ameaça chamar pelo próximo Orçamento do Estado para pressionar o PSD. Este desafio foi lançado pela nova porta-voz do partido, Isabel Mendes Lopes.


