A solidariedade portuguesa com Espanha continua e vai para lá da ajuda humanitária. Uma Task Force com treinamento militar vai participar na ajuda às vítimas da DANA que atingiu a comunidade de Valência. Desde os primeiros dias que o governo de Portugal se demonstrou disponível para apoiar os afetados pela DANA. A tempestade transformou as ruas de Valência num autêntico cemitério de carros. Sánchez anunciou mais 3.800 milhões de euros em ajudas e un plano especial para retirar o lodo.
A comunidade, que pede mais ajuda, admite estar com problemas de saúde pública. O número de vítimas mortais já passam das 220 e as pessoas saem às ruas não só para limpar.O grupo vai ajudar, segundo o governo, a repor a normalidade perdida há pouco mais de duas semanas com as cheias. A força portuguesa, que partiu do distrito de Évora, foi construída em pouco mais de 24 horas. A equipa pretende levar um «sinal de esperança ao povo irmão de Espanha”.
A ajuda é enviada ao abrigo do pedido de ajuda internacional ao Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia. Numa lista feita pelos meios de comunicação social, com os desastres naturais mais mortais da Europa no último século, a DANA de Valência e os incêndios de Pedrógão Grande são referidos. Espanha espera novas chuvas.Para além de membros dos três ramos das Forças Armadas também vão participar elementos da Proteção Civil. A força, segundo o Governo, é constituída por 101 operacionais da proteção civil, bombeiros ou INEM, 28 militares das FA e 40 veículos de apoio, como é o caso das retroescavadoras, bomba de esgoto de alto débito, motobombas de esgoto, bombas de esgoto de pequeno débito, escavadora giratória, pá carregadora de rodas, camiões de transporte de terras e um BobcatO envio deste grupo é visto como uma «demonstração da solidariedade de Portugal e do povo português e de todas estas forças”.
A FOCON deverá estar no local da tragédia por um período mínimo de sete dias mas poderão ficar por mais tempo se necessário.