«Futre, o primeiro português» mostra a vida de uma das maiores figuras ibéricas

O antigo jogador do Benfica e do Atlético de Madrid é protagonista deste documentário

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A plataforma de streaming Opto, do canal generalista SIC, lançou o primeiro episódio de uma série documental que centra-se na figura do antigo futebolista do Atlético de Madrid, Paulo Futre. No documentário «Futre, o primeiro português» são apresentados alguns testemunhos ligados ao futebol ao mesmo tempo que percorre as memórias daquele que foi um dos melhores futebolistas nascidos em Portugal.

Nas décadas de 1980 e 90, Futre fez parte da história do desporto-rei. O antigo futebolista de 55 anos, que atualmente é um dos embaixadores da La Liga, jogou nos três grandes de Portugal mas foi no Atlético de Madrid que foi rei e senhor. Futre protagonizou o ser português em Madrid durante vários anos e ainda hoje em dia é bastante acarinhado pelos colchoneros que o viram jogar a bola. Quando chegou ao Atlético de Madrid foi o segundo maior negócio da história, ficando apenas atrás da ida de Maradona para o Barcelona.

Em vídeos inéditos são relembrados momentos emocionantes que protagonizou nos relvados de Lisboa, Madrid, Nápoles e do Porto. Tudo começou em 1983, ano em que vestiu pela primeira vez a camisola do Sporting, e terminou em 1998 no Yokohama Flügels, do Japão. Neste período afirmou-se internacionalmente mas nunca ganhou o ouro alcançado por outras gerações. Futre, tal como os primeiros navegadores, desbravou caminhos para que Cristiano Ronaldo, José Mourinho, Jorge Jesus, Abel Ferreira ou as seleções nacionais de futebol e de futsal alcançarem a «glória eterna».

Futre, o Maradona e o Messi português?

No documentário, que está dividido em seis episódios (cada um com 30 minutos), Futre fala sobre o início da sua carreira até se ter tornado numa das bandeiras de Portugal. Ao longo destes episódios, Florentino Pérez, Pinto da Costa, José Mourinho, Luis Figo, Rio Ferdinand ou Jorge Mendes dão a sua opinião sobre o antigo camisola 10 das maiores equipas de Portugal e da seleção das quinas.

Para o filho mais velho de Maradona, «Futre foi o Maradona português» e tal como o argentino tem uma vida marcada pelo brilhantismo no campo e a excentricidade fora dele. Para Paulo Futre Jr o seu pai compara-se a Messi, outro mágico argentino, e só não ganhou a Bola de Ouro em 1987 por ser português (antes de Ronaldo e de Figo, apenas Eusébio tinha conseguido ganhar a distinção para o melhor jogador do mundo).

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