Lisboa aposta na energia solar para um futuro mais sustentável e verde

A capital portuguesa é uma das 100 cidades que pretende ser ambientalmente neutra até 2030

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A Câmara Municipal de Lisboa aprovou o Plano 2022-2026, que pretende até ao fim do mandato transformar a capital portuguesa sustentável. Para alcançar este objetivo, Carlos Moedas prevê gastar quase 500 milhões de euros para criar energia solar através da Central Fotovoltaica de Carnide. Este projeto deve estar concluído em Dezembro de 2024. Assim que entrar em funcionamento, os edifícios públicos e privados da cidade poderão usar esta energia para autoconsumo.

A cidade de Lisboa é conhecida pela sua luz e 44% dos telhados têm boa e muito boa exposição solar. O potencial de geração de eletricidade solar, comparando com o consumo de eletricidade que a cidade teve em 2016, é de 95% assim que entre em funcionamento. Lisboa é uma das 100 cidades, a nível mundial, que pretende ser inteligente e ter um impacto neutro no clima até 2030. Para tal, o executivo camarário vai colocar rede de postos de carregamento de veículos elétricos em todas as freguesias e associar as bicicletas Gira (de uso comunitário) ao passe mensal que os lisboetas usufruem.

A Lisboa Solar fará parte de um dos seis pilares que servirão como base ao executivo social-democrata lisboeta para os próximos quatro anos. Após ter sido a capital verde da Europa, a capacidade solar da cidade vai ser aproveitada através da instalação de «Unidades de Produção para Autoconsumo (UPAC) no parque de edifícios e de equipamentos municipais, para satisfazer parte das atuais necessidades energéticas e da promoção da instalação de sistemas solares (térmicos, fotovoltaicos e híbridos) para aquecimento de águas quentes sanitárias e produção de eletricidade para autoconsumo». As escolas e os edifícios de habitação social serão a prioridade do projeto Lisboa Solar.

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