Con el patrocinio de:

Iberblue Wind vai apostar nos parques eólicos offshores na Península Ibérica

Joint-venture irlandesa-espanhola pretende candidatar-se ao leilão de eólicas offshore que o governo português vai fazer

Comparte el artículo:

A Península Ibérica é vista cada vez mais como um dos principais locais no continente europeu onde é possível produzir energia através de formas renováveis. A joint-venture irlandesa-espanhola Iberblue Wind tem disponíveis 6 mil milhões para construir 1GW de eólico offshore flutuante em Portugal, especialmente no Norte e Centro. A ideia será criar parques eólicos no mar português.

O governo luso está a preparar um leilão de eólicas offshore. Estas podem ter uma capacidade até 10 gigawatts. Serão três as áreas ao largo da costa portuguesa que vão estar em licitação. Os consórcios participantes terão de apresentar contrapartidas para o país, como o desenvolvimento de capacidade industrial em terra para construir os equipamentos que serão instalados no mar.

Adrián de Andrés, da Iberblue Wind, defende a necessidade de «maximizar a incorporação nacional», o que será possível através de um bom relacionamento com as administrações portuárias. Para conseguir implementar estes parques pretendem conseguir áreas com alguma profundidade e grandes para os estaleiros nos portos. Isto porque os parques terão plataformas triangulares com 80 metros de cada lado, o que faz com que se necessite de espaço para a sua construção.

A Iberblue Wind pretende criar dois parques eólicos offshore, com uma capacidade de 500 megawatts cada um. Ao largo de Viana de Castelo já está no ativo, desde 2020, o Windfloat Atlantic. Em Espanha os investimentos vão acontecer nas regiões da Andaluzia e da Galiza. Na Península Ibérica estão a estudar oportunidades de negócio de 2 GW. A empresa agora criada vai estar focada em desenvolver novos projetos de parques eólicos offshore. Este anúncio foi feito em Madrid.

Noticias Relacionadas

A hora da Liberdade

Agora que estamos a poucas horas (mais precisamente sete) do dia em que comemoramos os cinquenta anos da Revolução dos Cravos está na altura de