Os debates, em duplas, já estão a decorrer em sinal aberto nas televisões portuguesas. Os diferentes candidatos começam a se apresentar ao público. Marques Mendes recusa ligações de amizade com o (antigo) grupo BES; Gouveia e Melo «dispensa» o apoio público de José Sócrates; António José Seguro falhou debate com Cotrim Figueiredo devido a questões de saúde; André Ventura continua com o seu estilo «quentinho»; Cotrim Figueiredo considera que o Orçamento de Estado (já aprovado) não traz uma única reforma; Catarina Martins considera-se capaz de captar os votos de alguns dos habituais votantes do PS; António Filipe não esconde a sua ideologia comunista nos debates e Jorge Pinto coloca o seu foco na resolução nos problemas que afetam o país.
Até Janeiro, estão programados 397 debates. A Comissão Nacional de Eleições acredita que o atual modelo de debates, em duplas, impede «acesso amplo» de candidaturas fora do espectro dos partidos com lugar no parlamento.
Segundo a mais recente sondagem, André Ventura e Henrique Gouveia e Melo são os grandes favoritos para passarem a uma segunda volta na corrida a Belém. Ainda a mesma sondagem apontam que numa segunda volta, André Ventura perde contra Gouveia e Melo, Marques Mendes ou António José Seguro. Um dos candidatos a presidência da República, João Cotrim Figueiredo, diz que se for presidente vai exigir que a PGR (Procuradoria Geral da República) seja mais transparente. Algo que podemos ligar às escuras feitas a António Costa. Cotrim Figueiredo também contesta a sondagem apresentada a dois meses das eleições, que vai acontecer a 18 de Janeiro de 2026.
Há quarenta anos não há uma segunda volta para escolher o próximo presidente da República. A sondagem foi apresentada no mesmo dia em que se soube que os funcionários do parlamento português apresentou uma queixa contra as atitudes dos deputados do Chega.


