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A hotelaria espanhola, que nos meses de Abril a Junho, inclusive, tivera zero dormidas de turistas residentes em Portugal, no mês de Julho já contou 91.698, ainda assim 84,9% menos que no mês homólogo de 2019.

Dados do INE espanhola consultados pelo PressTUR mostraram que a hotelaria espanhola teve em Julho um total de 11,49 milhões de dormidas, incluindo 7,4 milhões de turistas residentes no país e 4,06 milhões de turistas residentes no estrangeiro, de que teve um total de 1,11 milhões alojados durante o mês.

Relativamente a Julho de 2019, a quebra de dormidas foi de 73,4% ou 31,7 milhões, incluindo quebras de 50% ou 7,43 milhões de pernoitas residentes no país e de 85,7% ou 24,26 milhões de residente no estrangeiro, que este ano foram -82,8% ou menos 5,34 milhões a estarem alojados nos estabelecimentos espanhóis.

Os dados do INE espanhol indicam, relativamente a Portugal, que os estabelecimentos espanhóis tiveram alojados em Julho 40,1 mil turistas residentes em Portugal, o que significa uma quebra em 78,8% ou 148,6 mil em relação ao mês homólogo de 2019.

Para o conjunto dos sete meses de Janeiro a Julho deste ano, três dos quais, Abril a Junho, inclusive, o INE indica que a hotelaria espanhola teve zero turistas residentes em Portugal, os hotéis de Espanha tiveram alojados 251,2 mil turistas portugueses, que realizaram 536 mil dormidas.

Assim, a hotelaria espanhola conta menos 666 mil turistas portugueses (-72,6%) e menos 1,76 milhões de dormidas deste mercado (-76,7%) que nos primeiros sete meses de 2019.

A quebra de hóspedes residentes em Portugal é ligeiramente inferior à quebra média de hóspedes residentes no estrangeiro, que decresce 75,2%, com uma quebra de 24 milhões, para 7,9 milhões, mas o decréscimo de dormidas é ligeiramente maior, já que a hotelaria espanhola está no fim de Julho com um decréscimo de dormidas de estrangeiros em 75,6%, significando menos 95,1 milhões, para 30,73 milhões.