Sismos na Venezuela provocaram destruição, existem portugueses afetados, e todo o mundo está a oferecer ajuda

Os governos de Portugal e do Brasil já demonstraram a sua ajuda para apoiar todos os afetados deste fenómeno natural

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Destrucción en Venezuela tras los sismos, con escombros y un coche dañado.

Dois sismos abalaram a Venezuela e estão a levar a que todo o mundo ofereça ajuda a um país que está em ruínas. Os sismos foram de 7,2 e 7,5 na escala de Richter e os dois abalos tiveram uma diferença de apenas 30 segundos um do outro. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, pode haver entre 10 mil e 100 mil mortos.

Este terramoto vai deitar ao chão muito mais do que edifícios, afetando também uma economia já em colapso. A TAP, que voltou a voar para o país, também foi afetada, pois o hotel (propriedade de madeirenses) onde estava uma das equipas ruiu e um dos seus membros sofreu ferimentos ligeiros.

Os esforços para o resgate ainda continuam. O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal já confirmou que existem cinco portugueses (quatro da mesma família) desaparecidos em La Guaira depois dos dois sismos na Venezuela, que causaram, até ao momento, 169 mortos e quase mil desaparecidos.

Também se fala em portugueses que possam estar afetados, e debaixo dos escombros, na zona de Caracas. O governo português, na voz do primeiro-ministro Luís Montenegro, afirmou que o país «está pronto a enviar ajuda humanitária para a Venezuela», para além de ter deixado uma palavra de solidariedade tanto aos venezuelanos como aos portugueses (e luso-descendentes) afetados por este duplo evento sísmico. Uma equipa de 53 socorristas, que já esteve em situações semelhantes (como na Turquia), está a caminho da Venezuela. Quem também já falou foi Lula da Silva, que ofereceu apoio à Venezuela após os sismos e avalia medidas de assistência para o país das Caraíbas. O presidente da República, António José Seguro, também afirmou estar a acompanhar de perto a situação que está a deixar todos consternados.