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Galp firma acordo para financiar projetos em Portugal e em Espanha.

Ações climáticas e coesão social serão as áreas dos projetos que a Galp vai financiar pela Península Ibérica

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A Galp e o Banco Europeu de Investimento (BEI) assinaram três acordos de financiamento. Estes acordos tem um valor total de 732 milhões de euros. O dinheiro vai ser usado para promover «ações climáticas e coesão social». O banco vai investir, até 2030, um trilião em projetos ligados às ações climáticas e de sustentabilidade ambiental. 

Serão três os projetos da Galp que irão gerar em média um total de 3,6 Terawatt-hora (TWh) de energia renovável/ano. A energia produzida será usada em 940.000 lares. Deste empréstimo, 40 milhões vão financiar um projeto fotovoltaico na região algarvia. A Galp pretende construir quatro parques de energia solar fotovoltaica interligados com uma capacidade total de 144 MW no município de Alcoutim. Após concluídos, vão produzir em média 230 GWh de energia renovável por ano. O maior dos empréstimos, com um valor de 325 milhões de euros, vai financiar um dos parques de energia solar que possuem em Espanha.

Pontos de carregamentos elétricos espalhados pela Península Ibérica

Num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a Galp avançou que parte deste financiamento financiará a construção de parques de energia solar e a implantação de estações de carregamento de veículos elétricos um pouco por toda a Península Ibérica. Até 2025, a companhia pretende ter 10.000 postos de carregamento.

Dos fundos que a empresa vai receber, 41.5 milhões de euros vão ser utilizados para colocar postos de carregamento em regiões menos desenvolvidas do território ibérico. Para ser possível alcançar a neutralidade carbónica na Europa é necessário uma maior aposta na mobilidade elétrica.

A Galp, que pretende ser carbon free até 2050, é um dos principais produtores de energia solar fotovoltaica na Península Ibérica. «Temos o prazer de apoiar a Galp no seu percurso de descarbonização e unir forças para promover ações climáticas e a geração de energia renovável tanto em Espanha como em Portugal», anunciou o vice-presidente do BEI, Ricardo Mourinho Félix, no comunicado que explicou a parceria firmada.

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