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Alta Velocidade em Portugal poderá arrancar com material da Renfe

António Costa garante que a Alta Velocidade vai arrancar no país com o material necessário

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A linha de Alta Velocidade que vai ligar Lisboa ao Porto, e que terá uma segunda via até Vigo, poderá arrancar já em 2028. A linha estará totalmente ativa em 2030 e nesta data as duas principais cidades do país poderão ser ligadas em apenas 1 hora e quinze minutos. O conhecido TGV (ou AVE) será um dos maiores investimentos em Portugal das últimas décadas, mas o serviço poderá arrancar sem o material necessário.

Alguns meios de comunicação afirmaram a possibilidade deste serviço arrancar apenas com comboios da Renfe. No fim do próximo ano, a empresa espanhola terá um veículo ferroviário preparado para circular a 300 km/hora. O comboio vai servir a linha de alta velocidade que vai ligar Ourense a Santiago de Compostela. O jornal digital Eco acredita que «Espanha pode desarmar completamente a concorrência de Portugal e do resto da União Europeia, onde domina a bitola europeia e são raros os comboios de bitola variável». A necessidade de mudar a bitola ibérica para uma conformidade com o resto que circula no continente europeu é uma mudança pedida por muitos.

António Costa já veio a negar esta possibilidade, afirmando mesmo que o TGV em Portugal terá material circulante a altura. O Orçamento do Estado para 2023 prevê o lançamento do concurso público para a compra de 12 novos comboios de Alta Velocidade. Para tal será necessário um financiamento de 336 milhões de euros. Estes comboios podem demorar a chegar. Esta compra não pode ser feita com dinheiros estatais.

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