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Associação de Empresas de Energia Elétrica defendem o atual mercado europeu

Empresas energéticas levantam a possibilidade das centrais a carvão voltarem a trabalhar

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A Associação de Empresas de Energia Elétrica, da qual fazem parte as três maiores empresas da península Ibérica, emitiram um comunicado sobre a atual crise energética. Para a Iberdrola, Endesa e a EDP, o atual mercado europeu de energia «não está a falhar» mas é necessário continuar a trabalhar. As empresas, no ano passado, registaram benefícios monetários superiores a 6.600 milhões de euros.

As três companhias de eletricidade e gás admitem a necessidade de «acções excepcionais e limitadas no tempo». Isto para que o efeito nos mercados seja mínimo. A limitação de preços, 180€ MW/h, é uma das medidas discutidas pelos governos ibéricos e na reunião em Roma foi acertada uma acção conjunta para fazer frente a atual crise. A baixa no IVA da eletricidade é outra das probabilidades. Estas seriam algumas das medidas a serem utilizadas para estabilizar os custos e a forma como estes encarecem a vida das populações.

A utilização de fundos europeus poderia ser uma das ferramentas a usar. O aumento dos combustíveis e do gás são um problema que está a afetar os dois lados da fronteira. A guerra na Ucrânia fez com que esta crise energética esteja agudizada. Para a associação, uma intervenção de fundo no mercado elétrico é «tecnicamente complexa» e poderia colocar em causa o preço de descarbonização. Tanto em Espanha como em Portugal existe a possibilidade das centrais que produzem usando carvão podem voltar a trabalhar.

A EDP vai aumentar em Maio os preços da luz em 3% e a Endesa em Abril.

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