Forças especiais ibéricas juntaram-se em exercício conjunto em Tancos e em Lamego

As Forças Armadas de Portugal e de Espanha costumam treinar conjuntamente e visitar bases em ambos os lados da fronteira

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Num momento em que os ministros dos Negócios Estrangeiros europeus estão reunidos em Bruxelas e que se volta a dar sobre Lisboa na TV estatal russa (e como os portugueses viveriam bem sobre o império russo, como dois comentadores ligados ao Kremlin falaram), as Forças Especiais de Portugal e de Espanha estiveram num treino conjunto. Em tempos de guerra, as forças ibéricas voltam a juntar-se para treinarem e prepararem a proteção dos seus territórios para que seja possível continuar a viver em paz.

Os militares ibéricos costumam trabalhar em conjunto. As Forças Especiais de Portugal e de Espanha estiveram em ação num treino operacional que aconteceu durante o ‘Exercício Viriato 23’. Este exercício decorreu nas cidades portuguesas de Tancos (um dos principais quartéis do país) e Lamego. Durante o exercício foram treinadas táticas, técnicas e procedimentos que estas forças devem ter.

O exercício ficou dividido por duas semanas. O treino cruzado aconteceu logo nos primeiros dias para apurar a forma combinada como estes militares devem operar. Cada vez mais a guerra é tecnológica e o uso de drones (aéreos e aquáticos) é muito importante.

Um dos envolvidos neste treino descreveu, aos jornalistas, o mesmo como uma forma de “incrementar a interoperabilidade com forças congéneres”. Para além do trabalho conjunto desenvolvido a nível ibérico e europeu, Portugal e Espanha são dois países que estão lado-a-lado na NATO. Habitualmente os chefes de Estado-Maior, como é o caso das Forças Armadas, costumam reunir-se.

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