PS e AD com um empate técnico numas Europeias que tiveram uma descida na abstenção

Luta pelo primeiro e terceiro lugar em Portugal foi disputada ao voto com a entrada dos novos partidos de direita no parlamento europeu

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AD e PS colados numas eleições que vão levar Sebastião Bugalho e Marta Temido para Bruxelas, com a antiga ministra da saúde a aparecer em primeiro nas intenções de voto dos portugueses. Francisco Assis é um dos eleitos por Portugal. A próxima legislativa vai fazer com que o IL e o Chega (que desceu nas intenções de voto) cheguem a Bruxelas. Todos os partidos olharam sorridentes para os resultados obtidos. Segundo Rui Tavares, do Livre, a «esquerda verde europeia» veio para ficar em Portugal.

Nestas Europeias, Portugal elegeu 21 deputados. Estas eleições europeias, que continuam a ter pouco impacto em Portugal, teve uma abstenção inferior às eleições de 2019. Algo que foi congratulado por todos os candidatos, fossem estes de esquerda ou direita. O voto em mobilidade ajudou a redução dos números da abstenção. Marcelo Rebelo de Sousa apelou ao voto naquelas que serão as suas últimas Europeias como presidente e um dia antes do 10 de Junho (que será passado ao lado de Luís Montenegro na Suiça). Para Marcelo, o voto é uma arma que deve ser usada na luta pela democracia e pela paz. Para o BE, os “portugueses compreenderam importância” das eleições». Isto num período em que o continente está numa encruzilhada.

Nos diferentes países, estas eleições são vistas como «termômetro» ao atual momento que vivem a nível nacional. Em Portugal, a AD (com Sebastião Bugalho) tem o seu primeiro teste de popularidade (um resultado negativo não levaria a uma demissão de Montenegro), enquanto em Espanha, Sanchez vive uma crise mediática que tem como protagonista a sua própria mulher. O SPD, na Alemanha, teve uma votação amarga.

A votação aconteceu sem qualquer problema, apenas havendo um momento de tensão onde André Ventura (do Chega) atacou os jornalistas que costumam acompanhar a política em Portugal. Que está cada vez mais extremada. O Parlamento Europeu é visto como um «pilar» da democracia no continente, algo que pode ser provado com a presença de Von der Leyen numa acção de campanha feita em Portugal. Depois de conhecidos nos lrimiresultados, Von der Leyen afirmou que «vencemos as eleições europeias».

As Europeias são as segundas maiores eleições do mundo. Foram chamados às urnas mais de 361 milhões de pessoas de 27 países diferentes.

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