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A indústria dos videojogos ibéricos foi discutida na primeira edição do GamIberica

Produtora de Portugal e de Espanha pretendem uma maior aproximação para fazer com que este mercado cresça

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Durante o GamIberica, que esteve inserida no MEO XL Games, foi discutido como os dois países ibéricos podem cooperar a indústria do gaming no território peninsular. Esta indústria global é cada vez mais apetecível e lucrativa. Os videojogos faturam mais dinheiro que a música e o cinema juntos.

O encontro, que contou com várias mesas de debate, pretende aproximar os produtores de videojogos de ambos os lados da fronteira. Os participantes acreditam que o território ibérico é um bom local para se abrir novos estúdios independentes e isto acontece, em parte, devido a uma posição geográfica única e boas infraestruturas públicas.

Para além dos produtores que se fixaram em Portugal e em Espanha, na GamIberica também participaram Jose Maria Moreno da Associação Espanhola de videojogos (AEVI) e Tiago Sousa da Associação Portuguesa das Distribuidoras de Videojogos (AEPDV). Ambos concordaram que é necessário saber trabalhar nos dois lados da fronteira e que é precisa uma gestão ibérica.

Mesmo tendo um mercado bastante superior ao português, os promotores desta iniciativas encontram bastantes pontos em comum nos mercados de videojogos em Portugal e em Espanha, incluindo o talento. Um dos locais onde é possível aprender um pouco mais sobre a criação de videojogos em Portugal é no curso de Audiovisual e Multimédia oferecido pela Escs. Em Espanha existem subsídios de incentivo à produção de jogos. O valor pode chegar aos 8 milhões de euros por ano.

O objetivo destes encontros é criar sinergias para alavancar a produção ibérica e falar a “uma só voz”. Vários jogos e produções internacionais estão a sair com inspiração ibérica. No mais recente filme da Disney (que comemora os 100 anos do estúdio de animação), o reino rosa é inspirado na península ibérica.

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