Eurodeputados esperançosos na confirmação do acordo EU-Mercosul.

Em 2019, os países da EU e do Mercosul criaram as primeiras linhas deste acordo comercial, mas o mesmo nunca entrou no ativo

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Os eurodeputados estão confiantes na retoma do diálogo UE-Mercosul durante a presidência espanhola, que começa neste verão, e com a ajuda do Brasil. O país volta a cena mundial com Lula da Silva no Palácio do Planalto. A comissão do Parlamento Europeu para as Relações com o Brasil viajou para o país com uma vasta agenda onde o tema principal era o encontro com o Mercosul.

O eurodeputado português José Manuel Fernandes, que preside a esta comissão, emitiu um comunicado onde defendeu que a parceria estratégica UE-Brasil «está a ser relançada», o que é bastante benéfico para que se consiga alcançar o acordo que poderia tornar o espaço que compartilhamos como a maior zona económica e comercial do mundo. Os dois blocos também irão cooperar, futuramente, em questões de cariz político, social ou ambiental.

Em 2019, os países da EU e do Mercosul criaram as primeiras linhas deste acordo comercial, mas o mesmo nunca entrou no ativo. O Paraguai e o Brasil acham que as exigências ambientais que a União Europeia pede para firmar este acordo são muito duras. Especialmente para o agro. Como contrapartida, os países da América Latina poderão pedir a transferência de tecnologia europeia para que eles possam responder a essas exigências de cariz ambiental, especialmente. O ministro dos negócios estrangeiros do Brasil, Mauro Vieira, acredita que o bloco europeu está a ser bastante «protecionista».

O eurodeputado espera, apesar de ser difícil, que este acordo seja alcançado antes da cimeira UE-CELAC, que vai acontecer em Bruxelas nos dias 17 e 18 de julho, ou o mais tardar até ao fim do presente ano.

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