Lisboa e o Algarve foram escolhidos como os melhores locais para os nómadas digitais

Pandemia impulsionou as saídas dos escritórios e bom tempo e conexões são vistas como preponderantes

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Lisboa e o Algarve foram escolhidos como alguns dos melhores lugares do mundo para que os executivos em trabalho remoto possam realizar as suas atividades. A pandemia permitiu que seja possível trabalhar longe do escritório e em qualquer latitude. O estudo feito pela Savills classificou 15 mercados apetecíveis para que trabalhadores remotos a longo prazo possam estabelecer as suas residências.

Para escolher os melhores lugares para os nómadas digitais pesam fatores como: velocidade da internet, qualidade de vida, clima, conexões com outros países e rendas habitacionais. Os primeiros lugares são ocupados por: Lisboa, Miami, Dubai, Algarve, Barbados e Barcelona. A escolha pela capital portuguesa acontece não só pelo bom tempo mas também pelo seu baixo custo de vida. Um estrangeiro que queira comprar uma casa na cidade poderá pagar entre 2.547 euros e 4.283 por m2.

Para Paul Tostevin, diretor da Savills, «Lisboa oferece as vantagens de viver na cidade e as vantagens de estar na União Europeia». Já o diretor para Lisboa, Ricardo Garcia, acredita que o fluxo de nómadas continue enquanto a capital se torna num hub tecnológico. «A cidade está a tornar-se cada vez mais internacional e não vejo Lisboa ou Portugal a abrandar tão cedo», disse. Na lista dos locais mais apetecíveis para os trabalhadores digitais também está a região do Algarve. O clima, as praias e os bons acessos tornam o sul do país muito apetecível para os executivos. Já Barcelona, o sexto classificado, é atrativo graças a localização estratégica que permite viajar de uma forma rápida a Paris ou a Lisboa, o estilo de vida relaxado que permite passar mais tempo com a família ou caminhar sozinho pelas ramblas e os reduzidos gastos.

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