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Países ibéricos olham para os veículos eléctricos de forma diferente

Redução das emissões de CO2 pode colocar em risco a indústria automobilística portuguesa

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As novas regras propostas pela Comissão Europeia, e que pretendem que os carros novos sejam eléctricos e como tal tenham emissões nulas de CO2, são um desafio para a indústria automobilística. Esta nova medida, que faz parte da proposta europeia de um continente verde até 2050, traz a ser olhada tanto por produtores como por consumidores de formas distintas e este desafio na península Ibérica será respondido de formas diferentes.

Em Portugal, onde a fábrica da Autoeuropa no distrito de Setúbal tem um importante peso na economia do país, foram produzidos no último ano 264 mil veículos mas 99% destes carros têm um motor de combustão interna, algo que até 2035 deixará de poder ser vendido em terras europeias e, até ao momento, nenhuma das fábricas nacionais faz parte do roteiro eléctrico apresentado pelas grandes companhias. Para António Comprido, secretário-geral da Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (Apetro), «a maioria dos portugueses não têm dinheiro para comprar um carro eléctrico» mas as empresas estão preparadas para a transição energética necessária para a redução das emissões de CO2.

Em Junho deste ano, a Associação de Veículos Eléctricos assinalou que Portugal assistiu a um recorde de venda de veículos eléctricos com 1.360 unidades vendidas, um crescimento de 168% em comparação com o que foi registado em Junho de 2020. Segundo um estudo feito em 8 países, inclusive Portugal e Espanha, os carros eléctricos são uma opção mais barata e sustentável pois apresentam um custo de posse e utilização mais baixo que os carros movidos a motores de combustão.

Espanha entra no roteiro eléctrico

Ao contrário de Portugal, Espanha apresentou um programa público, o PERTE VEC, de 4300 milhões que vai apoiar a indústria que se dedique a mobilidade eléctrica e a Volkswagen já confirmou que o país será um dos países que vai receber uma das seis fábricas de baterias que vão construir em território europeu (Portugal e França também estiveram nesta lista mas foram preteridas). Estas fábricas, que vão ficar na Suécia e na Alemanha, vão também produzir hidrogénio verde e um veículo eléctrico que chegaria às estradas pelas mãos da filial da empresa alemã, a Silence.

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