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O Eixo Atlántico retoma a iniciativa de dinamização de infraestruturas transfronteiriças após impasse eleitoral nos Governos de Espanha e Portugal. Esta conjuntura coincide com o clima pré-eleitoral para eleger presidente da Xunta. No entanto, são os Estados quem têm as competências de infraestruturas estratégicas entre países.

Por isso, o Eixo Atlántico, na área das infraestruturas, serão realizadas reuniões com os ministros responsáveis das obras públicas de Espanha e Portugal para o “acompanhamento das obras previstas no 2º Pacote de Infraestruturas paralisadas pelos processos eleitorais de ambos os países para concluir ou avançar obras como o bypass de Braga, a Saída Sul de Vigo, o corredor do Atlântico, no âmbito ferroviário e as ligações viárias entre Ponferrada-Barco de Valdeorras-Monforte-Ourense, o troço pendente da ligação Lugo-Santiago e a melhoria da estrada que une Bragança com Puebla de Sanabria”, conforme relatado em comunicado.

A coesão social, a crise demográfica e a captação de investimento e de talento centrarão os objetivos de 2020, no âmbito do desenvolvimento da agenda Urbana do Eixo Atlântico, aprovados na Assembleia-Geral onde se incorporaram Póvoa de Varzim e Culleredo como novas cidades.

Matosinhos acolheu a XXVIII Assembleia Geral do Eixo Atlántico, com a presença de autarcas dos 35 municípios galegos e portugueses que a compõem. A Assembleia Geral aprovou um orçamento de 3,9 milhões de euros para o presente exercício, dos quais 80% serão dedicados às atividades e projetos realizados pelo Eixo Atlântico.