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Consórcio luso-espanhol será responsável pelo desenho da segunda linha do Metro do Porto

Construção de uma segunda linha é uma das grandes obras públicas previstas no Programa de Recuperação e Resiliência

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O Metro do Porto, que prepara uma segunda linha, adjudicou o desenho da mesma a um consórcio luso-espanhol. Em Portugal, várias obras públicas foram adjudicadas a empresas espanholas e as cinco maiores conseguiram contratos de 1.000 milhões de euros. Este mercado, que tem um custo de 1.431 milhões de euros, apenas faz chegar 444,8 milhões de euros, equivalente a 30%, a empresas portuguesas.

A segunda linha do metro, na estação de comboios das Devesas e que dará origem a um novo interface modal em Vila Nova de Gaia, será projectada pela espanhola Ayesa e a portuguesa Quadrante. Este troço, que vai ligar a Casa da Música a Santo Ovídio, vai ter seis quilómetros e sete estações. As obras deverão acontecer entre 2023 e 2025.

O trabalho do consórcio projectista luso-espanhol vai «avançar desde já» e nos próximos meses deverão apresentar um estudo para a empreitada que vai servir uma das zonas mais populosas da Área Metropolitana do Porto. Em Vila Nova de Gaia, segundo dados de 2015, vivem 304.149 habitantes. Esta cidade é conhecida por ser a «casa» das famosas caves do vinho do Porto, um dos segredos de Portugal mais conhecidos.

A construção de uma segunda linha do Metro do Porto, segundo o comunicado enviado aos meios de comunicação, é «uma das principais obras que o Governo incluiu no Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), financiado pela União Europeia». A extensão do Metro de Lisboa, um novo aeroporto e a modernização da via-férrea portuguesa são os principais investimentos públicos que fazem parte do plano português, que foi planeado pelo economista António Costa e Silva. Estas obras são vistas como prioritárias para a recuperação económica.

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