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A marca Princesa Amandine desembarcou no mercado ibérico com batatas ibéricas (Madrid), Zamorano (Barcelona), Udapa (País Basco) e a portuguesa Campotec como parceiros. “Queremos ser em cinco anos uma variedade reconhecida pelos consumidores e distribuidores, com um posicionamento de produto de qualidade, mas para uso diário”, destacou o presidente da Princesas Amandine Ibérica, Alfonso Sáenz de Cámara Barrón.

O clube da empresas foi criado para comercializar e promover uma batata “de carne muito fina e muito reconhecida na França”, por suas “características organolépticas únicas”. Nosso primeiro objetivo é promover a Princesa Amandina para que em Espanha mais batatas sejam comidas de forma muito saudável, cozidas ou cozidas, em saladas, acompanhamentos, purês, maneiras de consumir batata hipocalórica que em outros países europeus já é feita e não aqui”, acrescentou Sáenz.

Além do contrato de concessão de marca, as empresas adjudicaram um contrato de concessão de produção. Até 2020, já está prevista a centralização de mais de 55 hectares em Espanha e Portugal, distribuídos pelas regiões da Andaluzia (Sevilha), Castela e Leão, Murcia (Cartagena) e Silveira Torres Vedras (Portugal). Desta forma, será a primeira vez que este tipo de batata não é produzido na França. Após o sucesso alcançado pela marca na França, onde foi comercializada há uma década nas principais redes de supermercados, princesa Amandine estará disponível nas linhas Alcampo e Lidl.

O mercado da batata, que movimenta 1,108 milhões de euros por ano em Espanha, sofreu uma desaceleração no consumo interno de 1% em 2018, embora o aumento de preços de 5,1% tenha causado um crescimento do valor de mercado de 4%.