Hóquei com dois finais provoca revolta na Galiza

A entrega do título de campeão ao Barcelona fez com que vários clubes galegos ponderassem jogar em Portugal

Comparte el artículo:

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on email

As competições de hóquei na Península Ibérica já estão finalizadas mas os desfechos foram bem diferentes. Em Portugal optou-se por não haver subidas, descidas ou um campeão atribuído na secretaria. Esta decisão estendeu-se para todas os desportos, exceptuando o futebol profissional. No caso espanhol, e mesmo sem os jogos terem sido concluídos, optou-se por atribuir o título de campeão ao Barcelona, equipa que estava em primeiro lugar no campeonato no momento da paragem e onde milita o hoquista João Rodrigues, uma das principais figuras da selecção portuguesa de hóquei e considerado por um site da especialidade como o melhor do mundo. Para além do capitão da equipa das quinas, Hélder Nunes também joga no clube blaugrana.

Só que a decisão de atribuir o título de campeão ao Barcelona fez com que algumas equipas galegas se revoltassem com a situação e o Liceo da Corunha, que era o segundo classificado, levantou a possibilidade de passar a competir em Portugal. Esta hipótese de levantada pelo director do clube, Anton Baldomir, que a EFE admitiu que caso essa hipótese existisse iriam a estudar com muito cuidado já que as deslocações a Portugal seriam mais económicas do que, por exemplo, rumar até a Catalunha.

Isto porque a OK Liga, que foi interrompida a uma jornada da final da sua época regular, é composta por 14 equipas (no próximo ano serão 16) e o Liceo é a única que não é da região da Catalunha.

Seria possível equipas galegas jogarem em Portugal?

Quem acompanha campeonatos como a Premier League, Ligue 1 ou MLS percebe que existe equipas de outros países a jogarem estas competições. Isto acontece por causa da proximidade geográfica ou cultural que acaba por tornar isto possível. No que toca a Portugal e a Galiza, estou a especificar apenas uma região mas podia referir-me a toda a Espanha, estes pontos de encontro acontecem. Mas serão que são tão fortes para a criação de uma liga unida ou, pelo menos, para ver equipa de um país a jogar no outro?

O jornal Público tentou responder a esta questão ao contactar tanto a Federação Portuguesa de Patinagem como a Espanhola. Se a portuguesa optou pelo silêncio, já o congénere espanhol, na pessoa do seu presidente, Carmelo Paniagua, diz que esse é um cenário sem viabilidade e caso o mesmo acontecesse, o Liceo da Corunha teria que começar na 3° escalão do campeonato de Portugal.

Regresso da Vuelta a Portugal pode estar em perigo.

Com vários calendários em perigo ou alterados devido a pandemia da Covid-19, a 75.ª edição da Vuelta a Espanha, que na sua 18.ª etapa teria a chegada ao Porto, poderá ser alterada. Javier Guillén, director desta prova, referiu a Rádio Marca que caso hajam alterações, estas serão mínimas.

Noticias Relacionadas

Como chegámos a uma «Tempestade Perfeita»?

O que é uma «Tempestade Perfeita»? Normalmente quando utilizamos esta expressão estamos a descrever um fenómeno meteorológico que foi criado graças a confluência de vários