Países ibéricos apostam no aumento dos parques habitacionais acessíveis

Mais casas e com rendas mais acessíveis para que todos tenham habitações dignas

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O aval aos Planos de Recuperação e Resiliência vai dar início a diversos programas, sendo um deles o das casas acessíveis. Tanto Portugal como Espanha pretende aumentar os seus parques habitacionais e um dos grandes objectivos de António Costa é que até ao ano em que o 25 de Abril comemora 50 anos (em 2024), todos os portugueses possam ter direito a uma casa digna.

O programa português vai apostar na construção de raiz de um parque público habitacional a custos acessíveis que vai ser financiado graças a 1,6 mil milhões de euros, 775 milhões de euros serão através de empréstimo. Estas verbas estão alocadas ao programa 1.º Direito, que prevê a construção e requalificação de casas que vão permitir que 26 mil famílias tenham condições habitacionais com dignidade até ao ano de 2026.

Depois de construídas, estas casas terão um valor de mercado fixado abaixo dos 20% do valor de referência no mercado. Em ano de pandemia, o valor das rendas nas cidades do Porto e de Lisboa desceu e em Portugal a região mais barata para adquirir casa é o Alentejo. Os valores elevados dos arrendamentos são um dos factores que levem a que seja cada vez mais difícil os jovens conseguirem a sua primeira habitação.

Casas acessíveis em Espanha com renda fixa

Tal como o Plano de Recuperação e Resiliência, Espanha prevê mil milhões de euros para financiar obras em 20 mil casas que terão uma renda que não vai poder ser superior a 5€ por metro quadrado durante 50 anos. Estas casas, que serão reabilitadas para serem energicamente eficientes, se tiverem 100 metros quadrados não poderão ter rendas superiores a 500€ e os seus donos, já que uma boa parte dos imóveis serão privados, poderão receber de uma só vez ou em tranches o valor de 50 mil euros.

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