Arancha González tira “Ibero-américa” da Cooperação e dá maior perfil político

Na sequência das críticas, a ministra dos Negócios Estrangeiros retificou

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O presidente do Governo espanhol no Decreto Real 2/2020, de 12 de janeiro, conforme noticiado en O TRAPÉZIO, manteve a política ibero-americana a nível de Secretaria de Estado da Ibero-américa e associado à maquinaria de cooperação da AECID.

Ontem, o jornal EL PAÍS afirmou que a ministra espanhola dos Negócios Estrangeiros, Arancha González Laya, mudava de planos, priorizava a diplomacia económica e abandonava o nível para a política ibero-americana. Na sequência das críticas, a ministra dos Negócios Estrangeiros retificou e até deu um maior perfil político à ação ibero-americana, ao incluí-la na mais importante Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros.

O Decreto Real 136/2020, de 27 de janeiro, que reestrutura o ministério afirma que a Exteriores terá quatro secretarias de Estado: Assuntos Estrangeiros e Ibero-americanos e Caribe, União Europeia, Cooperação Internacional e Espanha Global.

A política externa espanhola ibero-americana assenta em várias instituições e não depende da Secretaria de Estado. A Secretaria Ibero-americana (SEGIB), que mantém uma agenda ministerial na região, entre cimeira e cimeira de chefes de Estado e de governo, ou a Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, Ciência, Cultura, ambas organizações sediadas em Madrid, coordenam este espaço multinacional.

A próxima Cimeira Ibero-Americana terá lugar em Andorra no próximo mês de novembro.

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